segunda-feira, 25 de maio de 2009

Ler ou não ler?

Caríssimo Polidoro,

o que os olhos não vêem o coração não sente, não é verdade?
Mas me pergunto se não se sente também o que não lê...
Pois nenhum daqueles 40 pares de olhos não deixaram de ver.
Quantos mais terão que não ler para alguém ver?

E é este o nosso futuro?

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A fuga e a falta

Polidoro,

Em dias como estes ele faz muita falta.
Mas como posso culpá-lo de fazer aquilo que anseio dia após dia?
Não devemos ter remorso, pois nada acontece por falta de amor. Amor sempre há muito!
Se falta alguma coisa, tendo a esperar cegamente que a fuga nos traga algo.
No fundo, não sabemos o nosso lugar...

Talvez esse não fosse o dele. Talvez nem o meu.

Procure em paz, amigo!

domingo, 26 de abril de 2009

Eu, sentimental?

"'Se ela te fala assim, com tantos rodeios, é pra te seduzir e te ver buscando o sentido daquilo que você ouviria displicentemente. Se ela te fosse direta, você a rejeitaria.'

Eu só aceito a condição de ter você só pra mim.
Eu sei, não é assim, mas deixa
Eu só aceito a condição de ter você só pra mim.
Eu sei, não é assim, mas deixa eu fingir e rir."


Nem graça vem, se graça não tem, Polidoro!

domingo, 8 de março de 2009

De graça...

... ou tudo tem um preço, meu caro Polidoro?

quinta-feira, 5 de março de 2009

Fora do eixo

"Roda a rolar
Raio de sol
O mundo a girar
Rodopiar
[...]
Terra dá voltas no ar
Gira em volta do sol e de si
Passos na vida que dou
Sempre levam ao lugar de onde eu vim..."


Caro Polidoro,

quais seriam as chances da vida ter saido do eixo mais uma vez?
Montanhas russas de pressão e hormônios a flôr da pele as vezes me alertam a isso.
Pensando bem, quais seriam as chances de nunca ter encontrado um eixo em si?

Voltei!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Hibernação...

Desculpe-me Polidoro, se não dei muitas notícias ultimamente.
Nessa época do ano me transformo em um Urso Polar de verão.
Mas não se preocupe, logo ele volta com novas conclusões de seu retiro: para mudar ou continuar na mesma toada...

sábado, 6 de dezembro de 2008

Fora a Carta,

"Não posso ser só eu a dar sentido à razão
Vais ter que vir tu e arrancar-me a escuridão
É que ás vezes quem vence fica sempre a perder
Vamos deixar de usar armas no que queremos ser.

Mas tens que escrever quem vês em mim
Vais ter que contar quanto dás por nós
Sem mais Contos de embalar."

Toranja

(como nos falta um embalo Polidoro...)