domingo, 18 de outubro de 2009

Parêntes-e(s)

Caro Polidoro,

experimentei.
Mas as vezes parece que foi só uma tentativa, inerente e repleta de fracassos.
A experiência vem com o incerto.
Incerta estou quanto ao que vem depois.
O futuro virá como uma experiência ou um teste?
Serei eu forte para qualquer um dos dois?

Dúvidas e reflexões parecem agora mais forte do que as ações.

Até (mais, quando, logo, breve, sempre [?])...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Até um dia desses...

Um grande amigo nunca vai realmente embora!
Obrigado por tudo, Elvis!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Hipocrisia

Polidoro,

Porquê a hipocrisia anda dominando o mundo se todos, um dia ou outro, a criticam?
Porquê existem tantos pesos para quantas medidas convenham a certas pessoas?
E porquê os hipócritas não conseguem reconhecer a sua própria falha?
Serão os hipócritas hipócritas inclusive com a sua hipocrisia?

Deveria eu também reconhecer a hipocrisia da minhas filosofias e cartas, amigo (são elas realmente hipócritas)?

domingo, 5 de julho de 2009

Contos de fadas e bonecas

Na caixa,
fazem os olhos brilharem.
Fora dela,
a imaginação cria asas.
O tempo,
(a bruxa dessa história)
as deixa de lado.
Mas pssiu:
Só se você quiser, Polidoro!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Nasce uma lenda ou morre um mito?

Polidoro,

Alguns o viam como ícone.
Outros como memórias.
Vários viram ele dançar.
Todos ouvimos.
Gostamos.
Pessoas acreditaram.
Pessoas duvidaram.
As últimas lembranças são desamparadas, solitárias.
Hoje é lembrado com carinho, que não sabia que tinha, de todo o mundo e de todo o coração.

A tristeza cruza o nosso caminho, até por aquilo que nos é distante, mesmo sem saber, não é mesmo? A felicidade simples, pura e plena, vem em ondas e em momentos, em que reconhecemos o nosso valor diante a nós mesmos.

Viva a felicidade e a triteza da vida!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

[Grito!]

Ninguém ouve,
não há reação,
sem estardalhaço,
mudo, interno.


Poderá você me ouvir, Polidoro?

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Dor de quê?

Se acordo, dor de frio.
Se levanto, dor no corpo.
Se estudo, dor de cabeça.
Se exercito, dor de fome.
Se penso, dor de existir.

Se faço, dor da responsabilidade.
Se não faço, dor na consciência.
Se lembro, dor de saudade.
Se não lembro, dor de esquecimento.
Se vou-me, dor de incerteza.
Se fico, dor de inércia.

Se adormeço, recomeço.

E o que lhe dói Polidoro?