Na caixa,
fazem os olhos brilharem.
Fora dela,
a imaginação cria asas.
O tempo,
(a bruxa dessa história)
as deixa de lado.
Mas pssiu:
Só se você quiser, Polidoro!
domingo, 5 de julho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Nasce uma lenda ou morre um mito?
Polidoro,
Alguns o viam como ícone.
Outros como memórias.
Vários viram ele dançar.
Todos ouvimos.
Gostamos.
Pessoas acreditaram.
Pessoas duvidaram.
As últimas lembranças são desamparadas, solitárias.
Hoje é lembrado com carinho, que não sabia que tinha, de todo o mundo e de todo o coração.
A tristeza cruza o nosso caminho, até por aquilo que nos é distante, mesmo sem saber, não é mesmo? A felicidade simples, pura e plena, vem em ondas e em momentos, em que reconhecemos o nosso valor diante a nós mesmos.
Viva a felicidade e a triteza da vida!
Alguns o viam como ícone.
Outros como memórias.
Vários viram ele dançar.
Todos ouvimos.
Gostamos.
Pessoas acreditaram.
Pessoas duvidaram.
As últimas lembranças são desamparadas, solitárias.
Hoje é lembrado com carinho, que não sabia que tinha, de todo o mundo e de todo o coração.
A tristeza cruza o nosso caminho, até por aquilo que nos é distante, mesmo sem saber, não é mesmo? A felicidade simples, pura e plena, vem em ondas e em momentos, em que reconhecemos o nosso valor diante a nós mesmos.
Viva a felicidade e a triteza da vida!
quarta-feira, 10 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Dor de quê?
Se acordo, dor de frio.
Se levanto, dor no corpo.
Se estudo, dor de cabeça.
Se exercito, dor de fome.
Se penso, dor de existir.
Se faço, dor da responsabilidade.
Se não faço, dor na consciência.
Se lembro, dor de saudade.
Se não lembro, dor de esquecimento.
Se vou-me, dor de incerteza.
Se fico, dor de inércia.
Se adormeço, recomeço.
E o que lhe dói Polidoro?
Se levanto, dor no corpo.
Se estudo, dor de cabeça.
Se exercito, dor de fome.
Se penso, dor de existir.
Se faço, dor da responsabilidade.
Se não faço, dor na consciência.
Se lembro, dor de saudade.
Se não lembro, dor de esquecimento.
Se vou-me, dor de incerteza.
Se fico, dor de inércia.
Se adormeço, recomeço.
E o que lhe dói Polidoro?
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Ler ou não ler?
Caríssimo Polidoro,
o que os olhos não vêem o coração não sente, não é verdade?
Mas me pergunto se não se sente também o que não lê...
Pois nenhum daqueles 40 pares de olhos não deixaram de ver.
Quantos mais terão que não ler para alguém ver?
E é este o nosso futuro?
o que os olhos não vêem o coração não sente, não é verdade?
Mas me pergunto se não se sente também o que não lê...
Pois nenhum daqueles 40 pares de olhos não deixaram de ver.
Quantos mais terão que não ler para alguém ver?
E é este o nosso futuro?
quarta-feira, 13 de maio de 2009
A fuga e a falta
Polidoro,
Em dias como estes ele faz muita falta.
Mas como posso culpá-lo de fazer aquilo que anseio dia após dia?
Não devemos ter remorso, pois nada acontece por falta de amor. Amor sempre há muito!
Se falta alguma coisa, tendo a esperar cegamente que a fuga nos traga algo.
No fundo, não sabemos o nosso lugar...
Talvez esse não fosse o dele. Talvez nem o meu.
Procure em paz, amigo!
Em dias como estes ele faz muita falta.
Mas como posso culpá-lo de fazer aquilo que anseio dia após dia?
Não devemos ter remorso, pois nada acontece por falta de amor. Amor sempre há muito!
Se falta alguma coisa, tendo a esperar cegamente que a fuga nos traga algo.
No fundo, não sabemos o nosso lugar...
Talvez esse não fosse o dele. Talvez nem o meu.
Procure em paz, amigo!
domingo, 26 de abril de 2009
Eu, sentimental?
"'Se ela te fala assim, com tantos rodeios, é pra te seduzir e te ver buscando o sentido daquilo que você ouviria displicentemente. Se ela te fosse direta, você a rejeitaria.'
Eu só aceito a condição de ter você só pra mim.
Eu sei, não é assim, mas deixa
Eu só aceito a condição de ter você só pra mim.
Eu sei, não é assim, mas deixa eu fingir e rir."
Nem graça vem, se graça não tem, Polidoro!
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